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Android TV é apresentado em Conferência e entra na Batalha pela Sala de Estar

Na conferência Google I/O 2014, foi apresentado o Android TV, um dispositivo muito similar ao Amazon Fire TV. Com a entrada da Google na disputa pela Sala de Estar cria-se um ar de especulação e dúvida em relação a quem pode ser o vencedor da disputa e se existe a possibilidade de que surjam novo adversários nos próximos meses.

Neste artigo é feita uma análise das mais recentes tendências da disputa deste console, no que tem sido chamado de, A Batalha pela Sala de Estar.

Caixa do novo console/dispostivo de entretenimento Android TV da Google
Caixa do novo console/dispostivo de entretenimento Android TV da Google

Atualmente, a Batalha ocorre entre velhos adversários da indústria como Nintendo, Microsoft e Sony, com consoles mais tradicionais. Participantes independentes vindo da indústria de games como a Valve com o SteamOS, Ouya e GameStick, entre outros menores. E agora, duas megacorporações, Amazon com o Amazon Fire TV e a Google com o Android TV.

Controle do Android TV
Controle do Android TV

A reviravolta começou nos últimos meses quando a toda poderosa Amazon, maior loja online do mundo, apresentou o Amazon Fire TV. Um dispositivo para a sala de estar focado em entretenimento para toda a família que possui a capacidade de rodar jogos baseados na tecnologia Android. Similar ao conceito de consoles como Ouya e GameStick. Até o momento, havia dispositivos para streaming de filmes e conteúdo capazes de rodar Apps como o Apple TV e o Google Chromecast, entre outros, mas nenhum deles tinha sido construído como intuito de oferecer jogos como uma opção de entretenimento.

Amazon Fire TV é a pequena caixinha preta do lado direito
Amazon Fire TV é a pequena caixinha preta do lado direito

O diferencial do dispositivo/console da Amazon é que ele possui um controle similar ao do XBOX 360, permitindo assim maior precisão e mais opções – e botões – para que os desenvolvedores de jogos possam ousar no design dos jogos e criar uma experiência similar a que hoje existe nos consoles tradicionais. Este passo já tinha sido dado pelo Ouya mas é primeira vez que uma grande corporação entra na disputa pela sala de estar com um dispositivo de entretenimento e/ou console baseado em tecnologia Android.  Android TV é apresentado em Conferência e aumenta Batalha pela Sala de Estar.

Amazon Fire TV apresenta Minecraft de Android e seus dois controles
Amazon Fire TV apresenta Minecraft de Android e seus dois controles

Conhecendo o histórico dos adversários e suas experiências comerciais prévias em disputas com grandes empresas, seria prudente dizer que a Amazon será a vencedora a longo prazo.

A Valve pode ser a vencedora entre os gamers mais exigentes e hardcores, já que os preços da Steam Store e as facilidades que um PC/SteamMachine oferecem estão além e aquém do que a atual geração de consoles tradicionais pode oferecer tanto em desempenho quanto em diversidade de títulos.

SteamOS
SteamOS e a disputa pelos hardcore gamers

Ainda no âmbito da Sala de Estar mas com um enfoque nos jogadores mais casuais e a família como um todo, a aposta é na Amazon.

A empresa disputou com a Apple, e outras grandes empresas, os mercados de música digital e livros digitais sendo que no primeiro caso, música, a Amazon marcou seu terreno mas ainda tem uma parcela menor do mercado, se comparada com a Apple e o iTunes, entretanto, venceu a disputa pelos livros digitais graças ao excelente ecossistema do seu dispositivo de leitura, Kindle. A Amazon é a maior loja online do mundo e tem uma longa história de disputas com empresa tão grandes ou até maiores do que ela e mais ainda, ela tem uma história de vitórias e conquistas nessas disputas. A Google está acostumada a este tipo de disputas também mas diferentemente da Amazon, ela está acostumada a ter um desempenho menos positivo. É possível afirmar isso devido aos produtos impopulares lançados por ela: como a série de notebooks Chromebook, os smartphones e tablets da série Nexus e a grande hype, Google Glass, que ainda não foi lançado e continua a ser uma grande incógnita. Além deles, há inúmeros outros serviços que pretenderam definir novos critérios e novas ideias, como o Google+ e Google Wave, em diferentes mercados mas acabaram por ser descontinuados por falta de adesão do público ou por não ter atingido os resultados esperados pela Google.

Kindle
Kindle e a vitória da Amazon sobre a Apple

Apesar da história recente destas disputas e do perfil de cada empresa, neste momento, podemos apenas especular sobre como será o novo panorama da indústria de jogos nos próximos anos. O que fica claro é que os jogadores serão os maiores beneficiados já que a quantidade de opções de qualidade e a preços acessíveis está crescendo cada vez mais.

Fontes | Artem Russakovskii e Polygon.

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‘Não Falamos da Concorrência’, Diz Microsoft ao Anunciar o Xbox One

Francisco Simon Xbox One BGS1Francisco Simon, Diretor de Marketing da Microsoft, falou com exclusividade sobre as expectativas para o mercado nacional e a aceitação ao novo console da empresa, o Xbox One

Por Kao Tokio

A Microsoft veio à Brasil Game Show deste ano apresentando seu novo console e aparentemente disposta a estreitar ainda mais os laços com o público brasileiro. Após a apresentação oficial do aparelho na coletiva do evento, na última sexta-feira, dia 25, Francisco Simon falou com exclusividade para o GameStorming sobre as expectativas para o mercado nacional e a grande receptividade do público.

O aparelho terá preço de lançamento de R$ 2.299, cem reais mais caro que o anunciado para o pré-lançamento, e virá acompanhado de cabo HDMI e um headset. O destaque fica para o conteúdo em português em seus principais jogos.

“Somos uma empresa que acredita muito no Brasil e já demonstramos isso lá atrás, lançando o 360 produzido no Brasil e esta semana, com o anúncio do lançamento, com produção local também do Xbox One”, disse Francisco Simon, Diretor de Marketing da Microsoft. “Temos a maior expectativa para o novo console. Nós entendemos que o Xbox One vai mudar a maneira de consumir entretenimento”, conclui, repetindo o mantra já proferido em outras apresentações da empresa.

Para Simon, o mercado brasileiro e as condições locais de infraestrutura estão preparados para receber o novo aparelho, que tem grande parte de seu potencial na interação entre jogadores por meio da computação em nuvem. “Estamos levando uma proposta não apenas de jogos, mas de entretenimento com interação e qualidade, principalmente pelo poder da nuvem. O que a nuvem brinda em potencial é gigante: são mais de 300 mil servidores para suportar esta experiência com o Xbox One”, informa.

Francisco Simon Diretor de Marketing Microsoft BGS 2013Em relação à possível inclusão de jogos independentes como parte dessa experiência, Simon admite que desconhece a produção de jogos de estúdios nacionais, mas que a empresa está disposta a conhecer e dialogar com nossos produtores: “Sempre estamos interessados em engajamentos com o mercado local. Não temos respostas específicas para esse ponto, mas tudo o que seja engajamento, certamente pode ser interessante”.

Por fim, o Diretor de Marketing não esconde o desejo de transformar seu lançamento em parte do cotidiano da família: “A gente não chama o aparelho de media center, mas um console de entretenimento, e ele será o coração do entretenimento no ambiente familiar”, observa convicto.

Consultado sobre a situação das demais empresas, Francisco Simon tangencia habilmente o assunto: “A gente nunca comenta sobre a concorrência, mas estamos muito contentes com nosso trabalho”, finaliza.

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Ressurgir das Cinzas ou Morrer na Praia: O Drama da Nintendo

Nintendo

Sinônimo de entretenimento digital nos últimos 30 anos, a empresa vê um futuro incerto na nova rodada da guerra dos consoles.

Por Kao Tokio

A guerra da nova geração de consoles começa a se acirrar, com as recentes divulgações dos consoles da Sony e Microsoft, mostrando muitos lançamentos jogos, além de reforçar suas imagens como aparelhos indispensáveis no lazer do consumidor. A impressão que se tem nesse quadro, é que a Nintendo está comendo poeira, e corre o risco de sair do páreo. O caso, no entanto, exige uma análise mais profunda.

Embora seja a empresa que detém o hardware mais modesto da nova geração (há quem já o aponte como obsoleto), seu discurso permanece firme na tônica do divertimento casual, numa aparente tentativa de recapitular a consagração conquistada pelo Wii, em 2006. O mercado, porém, é muito diferente daquele momento e mostra que outras frentes, incluindo smartphones e tablets, disputam avidamente este nicho.

Ainda assim, parece cedo para decretar a morte da Nintendo, que conta com um caixa de, aproximadamente, US$ 5 bilhões, segundo reportagem de julho do IGN, que ainda nos relembra que a casa de Mario teve apenas um ano de perdas em sua longa história de 124 anos.

Um dos problemas que a Nintendo continua a enfrentar é a falta de suporte das third parties com jogos que são sucesso em outros consoles. Aaron Edwards, do Nintendo World Report, afirma que falta à empresa um killer app como Halo, que vendeu praticamente sozinho a imagem da caixa X da Microsoft, conquistando o coração e os bolsos dos gamers em 2001. Ainda que seja verdade, é inegável que a empresa tem sabido reciclar como poucos seu vasto catálogo de propriedades intelectuais, com novos jogos das franquias consagradas, como Mario, Luigi, Donkey Kong, Metroid, Pikmin e Kirby, entre outros.

Mas é Miyamoto quem tenta colocar panos quentes na discussão, ao afirmar que não há motivos para se preocupar com as finanças da empresa. “Essas discussões são tolas, porque o Sr. Iwata está gerindo nossa empresa e acho que não há ninguém melhor para gerenciá-la do que ele”, comentou o designer ao repórter do Game Industry, em junho passado.

Os próximos movimentos da empresa podem ser decisivos para consolidar sua permanência nesta rodada, mas não se pode ignorar que Sony e Microsoft parecem, desta vez, muito mais preparadas para conquistar os consumidores e acabar deixando a Nintendo para trás. Muito para trás.

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Dá pra Confiar em Promoções de Games no Brasil? – Brasil Game Day

O Brasil Game Day aconteceu no último final de semana, deixando um saldo parcialmente positivo, mas as reclamações e dúvidas permanecem entre os consumidores.

Da Redação

Nos dias 12 e 13 de setembro, o país acompanhou o Brasil Game Day, evento promovido pelo site Busca Descontos e apoiado por vários lojistas e pela Acigames, associação voltada a este mercado.
Sob o estigma de promoções anteriores, como a Black Friday de 2012 (que ficou conhecido localmente como “Black Fraude”, em referência à maquiagem nos preços) e pelos dois “Dia do Jogo Justo”, encabeçados pela Acigames no passado (que também tiveram ocorrências pontuais), o BGD mostrou que o gamer brasileiro quer consumir produtos originais, mas ainda não se sente bem atendido pelo comércio.

“[Em] Sergipe não houve nenhuma loja física participando do evento. Aqui não há muitas lojas de games sérias, [mas] conheço pessoas que compraram jogos, ficaram satisfeitas e gostaram das promoções”, afirmou Andrei Ferreira da Silva, o Senpai95, estudante de TI de 18 anos.
Segundo Andrei, havia supostas promoções online onde o desconto era de apenas R$7, algo como 3% de um game topo de linha. “Mas não diz o nome da loja!”, alertou o internauta. “Eles podem alegar que estamos usando o nome  indevidamente e tome processo!”

“Acompanhei os preços dias antes do BGD e alguns estavam mais baixos em outras promoções do que durante o evento. A sensação que tive foi a de um grande evento comercial, onde os lojistas pensaram ‘Vamos aproveitar isso aí, chame muita atenção pra o evento e aplique os mesmos descontos que damos durante o ano, eventualmente’”, disse George Langlois, de São Paulo, consultor sênior na área de TI.
No entanto, para ele, não se trata necessariamente de uma enganação: “Um amigo bastante gamer que não sabia do BGD, achou alguns preços bons”, atesta.

Na página da Acigames no Facebook, o presidente da associação afirmou não ter percebido “nenhuma loja aumentando preços e depois reduzindo” e conclamou o público a tirar print screens das falsas ofertas. “Se eles abusarem, teremos as provas”, comentou. Para ele, ninguém deveria ter se sentido enganado, já que “ninguém era obrigado a comprar nada de loja alguma”. “Se a loja exagerava ou tentava ‘maquiar’ os preços, a questão aqui era simplesmente ignorar a loja ou não comprar mesmo”, postou no site.

Pedro EugenioPedro Eugênio, empresário do site Busca Descontos, que idealizou o evento, disse que “muitas empresas trabalharam direito”. “O consumidor não é um idiota que, se você duplica o preço, ele compra mesmo assim. As pessoas estão falando, está todo mundo olhando, consumidor, governo, Procon… A tendência é o varejista perceber que não pode mais brincar com isso. O cara tem medo, se ele fizer besteira, o público acaba não comprando.”

Outros problemas, como a falta de parâmetros para pesquisar rapidamente entre os lojistas os diferentes preços, e a ausência sentida por muitos de promoções para consoles portáteis, também foram relatados e mostram que há bastante a fazer para ganhar a confiança dos consumidores.

A promoção para concorrer a um Sony Playstation 4 ou Microsoft Xbox One segue no site brasilgameday.com.br, até o dia 20/09. O evento deve acontecer novamente em 2014.

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Xbox One e o Dilema dos Indies

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O Xbox One, novo console da Microsoft, foi lançado e com ele vieram muitas coisas bizarras que incluíam desde a necessidade de conectar o console a internet a cada 24 horas a restrições estranhas em relação ao manuseio de jogos usados. Pelo menos, quanto a esses aspectos, eles ouviram a voz do povo e irão voltar atrás. Mas um dos pontos que mais se destacam entre as novidades absurdas (e que a empresa ainda não deu um respaldo sobre) é a exclusão de desenvolvedores independentes.

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Enquanto a rival Sony mostra estar fazendo o possível para aproximar os indies de seu console, e mesmo a Nintendo, a mais tradicional das distribuidoras de consoles, vem buscando ampliar a liberdade dos desenvolvedores em sua plataforma, a Microsoft toma uma direção oposta, removendo a Xbox Live Arcade e a Xbox Live Indie Games, além de não permitir que jogos sejam publicados por conta própria, obrigando os desenvolvedores a encontrarem uma distribuidora ou fazerem um acordo com a Microsoft Studios.

A exclusão de desenvolvedores independentes elimina toda uma gama de jogos variados e interessantes da biblioteca do Xbox One. É como se a Microsoft estivesse dizendo que não há espaço em sua plataforma para o público destes jogos; assumir que seus jogadores apenas se interessam por títulos AAA é uma generalização errônea, bem como uma forma de subestimar o público, de certa maneira.xblarcade_610 copy

Além disso, ao dificultar a acessibilidade dos desenvolvedores independentes, a Microsoft está apenas incentivando-os ainda mais a procurar as empresas rivais. Com isso, não perdem apenas no público que contará com menos opções, mas também em desenvolvedores talentosos e criativos, com ideias únicas, que estarão colocando suas produções nas outras plataformas disponíveis no mercado, afastando ainda mais da MS uma legião de gamers que não está convencida pelas propostas restritivas do novo Xbox.

Dificultar a entrada dos indies é um erro. Mais um entre os tantos que nasceram com o console, e que ficaremos no aguardo para uma possível solução no futuro (como já resolveram alguns dos pontos problemáticos).

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O que esperar do Xbox 720?

Os rumores sobre o sucessor do Xbox 360 já têm longa data, mas agora os indícios de um novo console parecem ser mais concretos do que anteriormente. Com os direcionamentos dos futuros lançamentos pela Nintendo e pela Sony, cria-se uma grande expectativa do próximo modelo para o Xbox.
Com diversos nomes adotados (e o codinome “Durango”), usa-se de forma maior o nome “Xbox 720”. As especulações variam entre Xbox, Xbox Gold, Xbox Infinite, entre outros. Tudo por causa da compra de diversos domínios pela Microsoft com nomes que podem ser relacionados ao console.

Entre rumores que circulam por aí, podemos destacar a controvérsia de um possível leitor de Blu-ray, a polêmica da obrigatoriedade de instalar jogos, assim como da conectividade do console, e das novidades que podem ser atreladas ao Xbox 720.
Acerca do novo Xbox ter ou não um leitor de Blu-ray, ainda parece ser uma fonte incerta. Uma vez que as falas se confundem, porém um console com esse leitor parece ser lógico pela capacidade de armazenamento do disco. Um documento que vazou em junho de 2012 indicava a existência do leitor de Blu-ray, um gravador digital e qualidade full HD com capacidade para 3D, visando fazer do Xbox um centralizador de funções na casa dos consumidores.
Talvez a maior polêmica fique centrada nas configurações de que a Microsoft aparentemente tomaria para tentar sanar os laços da pirataria dentro da Live, fazendo com que o novo console tenha que ser conectado à internet para que ele possa ser usado, visando verificações de autenticidade de jogos para que não se permita a pirataria. Mas a verdadeira questão se aprimora na colocação de que os jogos do Xbox 720 tenham que ser instalados no console, fazendo com que o leitor seja somente um meio para a instalação e, dessa forma, impedindo os jogadores de jogarem games usados ou emprestados, criando uma possível controvérsia não somente para os jogadores, mas também para lojas que vendem jogos usados, desestruturando práticas comerciais bem estabelecidas.
Devido a esse fato, o armazenamento padrão do Xbox seria aumentado para que vários jogos pudessem ser instalados.

O Xbox 720 almeja novas tecnologias dentro de seu escopo. Existe a linha que pensa no desenvolvimento do Kinect para o Kinect 2.0, imaginando em aperfeiçoar e polir cada vez mais suas possibilidades, assim como gerar novos produtos com outras funções. Um deles poderia ser a patente da Microsoft, com o codinome “Fortaleza”, de óculos 3D de realidade aumentada para trabalhar junto com o Kinect em novas experiências para os jogadores, criando dúvidas e possíveis comparações com o óculos da Google, o “Project Glass”. Outra novidade seria o “IllumiRoom”, que trabalha com projeções para expandir o jogo para fora da tela da televisão, imergindo cada vez mais o jogador no espaço virtual que ele habita.

Anunciado no CES 2013 (Consumers Electronics Show), prometeu-se dar mais informações sobre o projeto em abril.
Com vários rumores e especulações – vide as fotos utilizadas nesse post – fica a pergunta de quando, de fato, a Microsoft anunciará o novo console com informações concretas e reais sobre suas funções, desempenho, processamento, nome e inovações tecnológicas. Rumores apontam que em abril será feito um evento para seu lançamento, ou mesmo de que acontecerá na própria E3. Cabe esperar ou ficar de olho em declarações oficiais da própria Microsoft, mas podemos esperar novidades logo, e, quem sabe, um novo Xbox no final desse ano.